A oliveira,
é conhecida como a árvore da eternidade,
pois
pode viver mais de 500 anos, foi introduzida no mediterrâneo
por fenícios
e sírios, nos primórdios da civilização.
Gregos
e Romanos da antiguidade disseminaram seu cultivo
e o uso
alimentar e medicinal de seu fruto, a azeitona,
tendo
aprendido com Árabes e Hebreus a milenar
técnica
da extração do azeite.
Apesar
do magistral sabor conferido ao receituário,
foi necessário
que mais de cinco mil anos se passassem
até
ser comprovado cientificamente aquilo que os povos
dessas
privilegiadas áreas de olivas sempre demonstraram
e souberam
na mais generosa prática: o azeite de oliva
é
a gordura mais saudável de que se tem noticia.
Um verdadeiro
aliado da saúde cardiovascular,
segundo
passaram a apregoar as mais dogmáticas
cartilhas
da nutrição contemporânea.
A promoção
deste delicioso componente culinário
à
categoria de “brigada” anticolesterol
( provocado
pelas gorduras saturadas )
teve
inicio na década passada quando pesquisas
da Universidade
de Dallas divulgaram os estudos
comparativos
entre populações de diversas
regiões
do globo, analisando a incidência
de doenças
cardiovasculares.
Os relatórios
concluíram que os habitantes do Mediterrâneo
registraram
quatro vezes menos problemas cardíacos
do que
os escoceses, finlandeses e os norte-americanos.
Na ilha
de Creta, na Grécia, os relatórios apontavam
que nenhum
dos 665 homens observados,
todos
passados dos quarenta anos, apresentava
qualquer
disfunção cardíaca, atribuindo a abundância
do
azeite
de oliva na alimentação dos cretenses
uma das
razões para tanta saúde.