A Z E I T E
D E O L I V A
“ O
N é c t a r d o s D e u s e s ”
O Azeite
de oliva, aquele delicioso néctar dos Deuses,
já
era venerado na Antigüidade como santo,
valioso
e salutar. Já exaltado por Homero como
“ouro
líquido” festeja hoje um renascimento.
O “boom”
atual do azeite de oliva não se baseia somente
na popularidade
crescente da cozinha mediterrânea.
Seu alto
valor salutar e a ampla gama de uso,
entre
outros como remédio curativo, salutar ou
para
cuidados do corpo, levaram o azeite para as
cozinhas
e farmácias caseiras daqueles países dos quais
o azeite
não tem a tradição como nos do mediterrâneo.
AS
DIFERENTES TÉCNICAS DE COLHEITA DA AZEITONA
No transcurso
dos milênios, dependendo do lugar
da plantação,
foram desenvolvido diferentes métodos de colheita.
Esses
métodos se deixam classificar a grosso modo como segue:
Colheita
manual, em italiano chamado de “brucatura”,
é
o mais difícil e dispendioso, mas também o melhor método,
pois
os frutos são tratados com mais cuidado
e dão
depois o melhor azeite.
Derribar
as azeitonas com paus compridos, a “bacciatura”,
exige
muito cuidado e experiência para não ferir os rebentos.
As frutas
caem em redes de gaza de nylon
espalhadas
embaixo das árvores.
Na seqüência
se colocam as azeitonas em cestos ou caixas
arejadas
onde ficam em depósitos até serem prensadas
Colher
as azeitonas caídas no chão, a tal chamada “raccatura”,
não
é um método muito racional, além de não dar
um
azeite
muito bom, já que essas azeitonas podem estar
maduras
demais ou danificadas.
A
“pettinatura” é um método não muito usual,
no qual
se puxam com os dedos ou um pente de madeira
especial,
entre os galhos cheios de azeitonas
UMA
FRUTA DELICADA
As azeitonas
são extremamente delicadas à pressão.
Por isso
na hora da colheita, deve-se cuidar muito de não
segurar
com muita força ou danificar as mesmas,
caso
contrário prejudica a qualidade do azeite.
Colher
azeitonas exige experiência e sensibilidade.
Além
disso se precisa de bom tempo: não deve chover
na época
da colheita em hipótese alguma.
A chuva
acelera a fermentação e o grau de acidez das azeitonas.
Por causa
disso, seja qual for o método da colheita,
não
devem-se passar mais de quatro a cinco dias,
entre
a colheita e a prensagem, quanto mais tempo
a azeitona
fica armazenada, tanto mais acidez desenvolve.
Isto
é muito prejudicial para a qualidade do azeite.
Como
regra geral vale: quanto mais tarde as azeitonas
são
colhidas, mais rápido devem ser prensadas.
MUITO
ESFORÇO TEM SEU PREÇO
A colheita
é a parte mais trabalhosa e cara da olivicultura.
Um colhedor
muito bom só consegue colher por hora,
9 a 10
quilos de azeitonas.
Por isto
que a colheita determina 50% do preço do azeite.
Se você
se perguntou alguma vez por que o azeite
é
tão caro – tratando-se de azeite de primeiríssima
qualidade
– você deveria assistir a colheita ou até ajudar nela.
Se você
se conscientiza de quanto trabalho duro tem
detrás
de cada litro de azeite, a pergunta pelo alto preço
se responde
por si mesma.
Além
disso: algumas gotas de
saúde
não merecem?
CONHEÇA OS DIFERENTES TIPOS DE
AZEITE DE OLIVA
É o azeite de oliva resultante de nova prensagem da pasta
que sobrou após a extração do azeite de oliva extra virgem, adicionando-se a
esta as frutas rejeitadas na seleção das olivas para extração do azeite extra
virgem. É um azeite puro, porém com o teor de acidez e de pureza alterados,
sensível ao paladar humano. O
AZEITE PURO
DE OLIVA é um azeite de
excelentes qualidades, porém inferiores às do azeite de oliva extra virgem.
O teor de acidez do azeite Puro de Oliva
"il Podere"
é de: 0,35%
AZEITE FINO DE OLIVA
Este azeite é adquirido através de nova prensagem do bagaço
resultante do processo de extração do azeite de oliva puro, utilizando-se
ainda métodos auxiliares, como calor e lavagem para obtenção de melhores
resultados. O sabor do suco adquirido através deste processo fica fortemente
alterado, adicionando-se em geral de 10% a 15% de azeite de oliva extra virgem
para melhorar o sabor final do produto. Resulta assim o
AZEITE FINO DE OLIVA.
Devido às rigorosas normas de qualidade em vigor nos países de tradicional
consumo e produção de azeites de oliva, o AZEITE DE OLIVA FINO leva outros
nomes nestes lugares, como por exemplo Sansa na Italia ou
Orujo
na Espanha, Pomase em ingles, não sendo mais considerado como azeite nas suas culturas.
O teor de
acidez do azeite Fino de Oliva
"il Podere"
é de: 0,60%
AZEITE DE OLIVA
Muito comum de ser encontrado nas prateleiras dos
supermercados e nas mesas de restaurantes e lares no Brasil. Trata-se na
maioria das vezes de outros tipos de óleos vegetais (por exemplo óleo de soja)
ao qual é adicionada pequena quantidade de azeite de oliva (normalmente do
tipo puro ou fino) para dar um leve sabor de oliva. Deveria ser chamado de
óleo com sabor de oliva.
Por não se tratar, na realidade, de um azeite de oliva,
"il
Podere"
não comercializa este tipo de
azeite.
Todos os azeites de oliva
"il Podere"
são produzidos sob rigorosas normas de qualidade e cuidados especiais,
dando-lhes um sabor suave inigualável, único destes produtos.
π
A importáncia da
acidez do azeite de oliva
A qualidade do
azeite de oliva é avaliada pela acidez, que é determinada pelo ácido oléico.
Esta
substância é uma gordura monoinsaturada presente no azeite de oliva que confere
seus beneficios para a saúde.
Quanto menor a acidez
do azeite de oliva, melhor
é a sua qualidade.
Compare a acidez dos
azeites de oliva no mercado.
π
Achamos importante ler um artigo publicado no
OESP com data de 01/03/2003
Importador de azeite alerta contra fraude
π
Importadora exclusiva
TELPI
Empreendimentos e Com. Ltda.
Rua Dep. Martinho Rodrigues, 275
CEP 04646-020
São Paulo - SP -
Brasil
Tel.: (11) 5522-6000 / 5524-2655
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